Pesquisadores do Departamento de Matemática Aplicada do IME-USP, com o apoio da empresa Inloco, desenvolvem modelo matemático de propagação espacial de doenças que, através de dados de movimentação de telefones celulares, tem o objetivo de prever como o novo coronavírus irá se espalhar nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, a partir das capitais.

Para os pesquisadores, a análise do padrão e a velocidade de propagação da doença poderá orientar os gestores públicos e os profissionais de saúde na destinação de recursos para combater a doença. Eles continuam analisando dados sobre o isolamento social e a propagação da doença, e os principais resultados podem ser encontrados na página dos pesquisadores.

No vídeo "Como o coronavírus pode se espalhar em São Paulo e Rio de Janeiro", produzido pela empresa LM Assessoria Estatística, a Bacharel em Estatística, Laryssa Costa, formada pelo IME-USP, explica de forma didática os objetivos, a metodologia e os resultados esperados da pesquisa.

O relatório completo do estudo pode ser verificado no artigo "Potential dissemination of epidemics based on Brazilian mobile geolocation data. Part I: Population dynamics and future spreading of infection in the states of Sao Paulo and Rio de Janeiro during the pandemic of COVID-19", de autoria de Pedro S. Peixoto, Diego Marcondes, Cláudia M. Peixoto, Lucas Queiroz, Rafael Gouveia, Afonso Delgado e Sérgio M. Oliva. A pesquisa é desenvolvida com o apoio do Instituto de Matemática e Estatística da USP, da FAPESP e das empresas In Loco e LM Assessoria Estatística.

 

 

 

Marcelo Modesto Costa | 19.04.2020
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